Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

A Melhor Amiga da Barbie

Carnaval

20.02.12 | Ana Gomes
O Carnaval

Este ano não combinei nada, nem sequer me mascarei ou pensei em fazê-lo.
Foi a minha mãe que me ligou meia melancólica no Sábado a dizer " Por esta hora estava a casa cheia de amigos teus mascarados para irem sair..." . E é bem verdade.

Tive, na minha infância, umas quantas máscaras "para mais tarde recordar" :
- Branca de Neve - e a minha primeira experiência com máscara de pestanas;
- Galinha - um fato completo e demasiado ridículo;
- Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo - (ideia da minha Mãe, porque eu não fazia a mínima ideia de quem era a Emília... nem eu nem nenhum dos meus colegas da escola, que achavam que eu não passava de uma boneca de trapos, enquanto as professoras riam imenso e cantavam coisas sem nexo como marmelada de goiaba e goiabada de marmelo ).

Sempre me quis mascarar de noiva ou de princesa, mas ninguém aprovou as escolhas.
Penso que a esta distância se a minha mãe tivesse compreendido que seria provavelmente a única vez que me iria ver vestida de noiva, talvez tivesse reconsiderado.

No entanto, confesso que a pior máscara que consegui ter foi em adulta:  Estrela de Cinema dos anos 50 em Torres Vedras.
Acontece que o fiz no pior dia possível... no dia das Matrafonas. Resultado... 90% da população carnavalesca considerou que eu era um rapaz mascarado de rapariga, e toca de me tentar tirar a peruca, que como é natural eram os meus lindos fios de cabelos esticados e VERDADEIROS. Como as restantes saliências do corpo que também me pertenciam. Por muito que toda a gente achasse que não e quisesse ver "do que era feito".



1 comentário

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.